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sexta-feira, 13 fevereiro, 2026

Bancos alertam sobre criptomoedas com acesso ao Fed: o impacto no sistema financeiro brasileiro

O cenário Financeiro Global está prestes a enfrentar uma transformação sem precedentes que pode ditar possíveis e novas consequências na Economia do Brasil. Recentemente, grandes instituições bancárias nos Estados Unidos acenderam um sinal de alerta sobre o avanço das empresas de criptomoedas em direção ao coração do sistema monetário: o Federal Reserve (Fed).

O lobby bancário tradicional do Estados Unidos argumenta que autorizações condicionais, ligadas a projetos de lei ainda em tramitação como o Genius-Act, poderiam conceder acesso direto ao Fed antes mesmo de uma regulação completa. Para o investidor e o empresário da região oeste da Grande SP, especialmente em polos tecnológicos como Barueri e Santana de Parnaíba, esse movimento sinaliza uma mudança drástica na forma como o dinheiro circula pelo mundo.

Neste artigo, vamos explorar como a eliminação de intermediários financeiros nos EUA pode reverberar no Brasil, alterando desde o valor do dólar até a eficiência das nossas exportações.

O fim da camada intermediária e o colapso do sistema Swift

A grande preocupação dos bancos tradicionais não é apenas a concorrência, mas a obsolescência de modelos de negócios centenários. Se as empresas de criptomoedas obtiverem licenciamento nacional e acesso ao Fed, o mundo poderá testemunhar o fim da dependência do sistema Swift e das cadeias de bancos correspondentes.

A “liquidação nativa e regulada” mencionada por especialistas significa que transações bilionárias poderiam ocorrer instantaneamente, sem passar por múltiplos bancos que cobram taxas e levam dias para processar pagamentos. As possíveis consequências na Economia do Brasil seriam profundas, uma vez que nosso comércio exterior ainda depende fortemente dessas estruturas lentas e onerosas.

"Uma vez que essas empresas obtenham acesso ao Fed, estaremos falando em pular toda a camada intermediária. É a eficiência digital encontrando a liquidez central."

Consequências na economia do Brasil e o sistema Pix

O Brasil já é uma referência global em pagamentos instantâneos com o Pix. No entanto, o Pix opera dentro das fronteiras nacionais. Se o Fed permitir que empresas de ativos digitais liquidem transações diretamente em sua conta reserva, veríamos o nascimento de um “Pix global” baseado em infraestrutura cripto.

Isso traria benefícios imediatos para as empresas de logística e tecnologia instaladas em cidades como Itapevi e Osasco, que realizam transações internacionais constantes. Por outro lado, as consequências na Economia do Brasil também incluem um desafio para os bancos comerciais brasileiros, que poderiam perder receitas significativas de câmbio e taxas de transferência internacional (wire transfers).

O impacto no Mercado de Capitais e na B3

A integração de criptoativos ao sistema central americano tende a aumentar a liquidez desses ativos. Se o dólar digital ou stablecoins reguladas passarem a ter o “carimbo” de aprovação do Fed, a fuga de capital de mercados emergentes para os EUA pode se intensificar.

Com um acesso facilitado e seguro aos ativos americanos via trilhas digitais, o investidor brasileiro pode preferir dolarizar seu patrimônio com mais agilidade. Isso pressionaria o Real, forçando o Banco Central do Brasil a manter os juros elevados para evitar uma desvalorização ainda maior da nossa moeda. Portanto, a política monetária interna passa a ser refém dessa modernização acelerada do sistema americano.

A regulação brasileira e o papel do Drex

Enquanto os EUA debatem o Genius-Act, o Brasil avança com o Drex, o Real Digital. A grande questão é se o Drex terá interoperabilidade com essas novas redes de liquidação nativa dos EUA. As consequências na Economia do Brasil dependem diretamente da nossa capacidade de nos conectarmos a essa nova arquitetura financeira.

Se o Brasil ficar isolado do sistema de liquidação nativa americana, nossas empresas podem pagar mais caro para transacionar globalmente do que seus competidores internacionais. Por isso, o monitoramento das decisões do Fed é vital para qualquer estratégia de mercado financeiro em 2026 e 2027.

Como proteger seus investimentos neste cenário

A volatilidade é a única certeza quando o sistema Financeiro Global está sendo reconstruído. Para o leitor do Grandes SP Online, o momento exige uma postura proativa. Não se trata apenas de “comprar Bitcoin”, mas de entender como a infraestrutura por trás do dinheiro está mudando.

Considere os seguintes pontos para sua estratégia:

  • Diversificação em ativos digitais: mantenha uma parcela do patrimônio em ativos que possuam infraestrutura de liquidação própria.
  • Acompanhamento regulatório: as notícias sobre o Fed e o Genius-Act influenciam o preço das criptos e do dólar quase em tempo real.
  • Eficiência bancária: procure instituições que já estejam testando o uso de stablecoins e liquidação em blockchain para reduzir custos.

As consequências na Economia do Brasil diante da digitalização do Fed são inevitáveis. O sistema bancário como o conhecemos está sendo desafiado a evoluir ou desaparecer.

Você acredita que os bancos tradicionais conseguirão impedir o avanço das criptos no Fed?
Deixe sua análise nos comentários!

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Fonte: https://x.com/coinbureau/status/2021875676882629092?s=20

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